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12/10/2008
História – 4º Pedagógico
Instrumentalizar o
futuro professor para o exercício de sua função através do entendimento de
princípios epistemológicos que norteiam o processo de ensino-aprendizagem
de História, em realidade concreta
Disciplina:
História
Série: 4º
Pedagógico – Ensino Médio
Professor:
Claudomir Tavares da Silva
Carga
Horária: 80 horas/aula
Ano
Letivo: 2008
I – Ementa:
Estudo dos princípios
epistemológicos que norteiam o processo de ensino/aprendizagem em história
e realização de investigação, execução e avaliação do ensino da disciplina
através do estágio supervisionado.
II – Objetivos:
Instrumentalizar o
futuro professor para o exercício de sua função através do entendimento de
princípios epistemológicos que norteiam o processo de ensino-aprendizagem
de História, em realidade concreta.
III – Programa:
1ª Unidade:
1. A escola e o ensino de história:
Bibliografia:
BLAJ, Ilana & MONTEIRO, John. (org.) História e
utopias. São Paulo: Anpuh, 1996.
CABRINI, Conceição
et al. O ensino de
história: revisão urgente. São Paulo: Brasiliense, 1986.
CITRON, Suzanne. Ensinar
história hoje: a memória perdida e reencontrada. Lisboa: Livros
Horizontes, 1990.
MICELI, Paulo. História,
histórias: o jogo dos jogos. Campinas: IFCH/Unicamp, 1996.
PINSKI, Jaime
(org.). O ensino de história e a criação do fato. São Paulo:
Contexto, 1988.
2. O território profissional: formação de
professores e pesquisadores:
Bibliografia:
FENELON, Déa R. "A formação do profissional de história e a
realidade do ensino". In. Cadernos cedes
(8). São Paulo: Cortez, 1988.
2ª Unidade
3. O ensino temático da história (propostas e
guias curriculares):
Bibliografia:
DAVIES, Nicholas. Elementos
para a construção do currículo de história. In: História e ensino
(2). Londrina: UEL, 1996.
FERLOSIO, Rafael Sanchez. “Historia e identidad".
Madrid: El Pais, 13/01/98.
FONSECA, Selva
Guimarães. Caminhos da história ensinada. Campinas: Papirus, 1993.
FONTANA, Josep. Ensenãr historia de España. Madrid: El Pais,
19/12/97.
IOKOI, Zilda Márcia G.
& BITTENCOURT, C. (org.) Educação na América Latina. São Paulo:
Edusp, 1996.
NADAI,
Elza. "A escola pública contemporânea: os currículos oficiais de
história e o ensino temático". In: Revista brasileira de história
(11). São Paulo: Anpuh, 1986.
SALIBA, Elias Thomé.
"As imagens canônicas e o ensino de história". Texto
apresentado no III seminário Perspectivas do ensino de história. Curitiba: 1998. (mimeo)
4. História Local:
Bibliografia:
PRIORI, Angelo. "O ensino de história regional e local:
alguns problemas e algumas perspectivas". In: BITTENCOURT,
Circe Maria Fernandes (org.). Anais do II Encontro Perspectivas do Ensino
de História. São Paulo: FEUSP, 1996. Pág. 705-711.
PRIORI, Angelo. "Desvendando as redes da memória local:
ensino de história e vida cotidiana". Texto apresentado no III
seminário Perspectivas do ensino de história. Curitiba: 1998. (mimeo).
SAMUEL, Raphael. "História local e história oral".
In: Revista brasileira de história (19). São Paulo: Anpuh/Marco Zero, 1990.
3ª Unidade:
5. O livro didático e paradidático de história:
Bibliografia:
BALDISSERA, José
Alberto. O livro didático de história: uma visão crítica. Porto
Alegre: Evangraf, 1994.
FRANCO, Maria Laura P.B. O livro didático de história no Brasil: a
versão fabricada. São Paulo: Global, 1982.
PRIORI, Angelo. "A concepção de história nos manuais
didáticos: uma releitura". In: História e ensino (1). Londrina:
UEL, 1995.
6. História, linguagem e ensino: pensando outras
abordagens (imprensa, fotografia, música, cinema, televisão, computador
etc..):
Bibliografia:
ANAIS. Seminários:
Perspectivas do ensino de história. São Paulo: Feusp,
1988.
ANAIS. II
seminários: Perspectivas do ensino de história. São Paulo: Feusp, 1997.
JULIÁ, Santos. Malestar con la historia. Madrid: El Pais,
16/11/97 e 23/11/97.
JUNCO, José Alvarez. De historia y amnesia. Madrid: El Pais,
26/12/97.
NIKITIUK, Sônia L.
(org.) Repensando o ensino de história. São Paulo: Cortez, 1996.
NORTE, Mariângela
Braga. "Computador: da ficção científica à realidade da sala de
aula". In: Pós-História (5). Assis: Unesp,
1997.
PAES, José Paulo.
"Música e democracia". In: BOSI, Alfredo. Cultura brasileira:
temas e situações. São Paulo: Ática, 1987.
SILVA, Marcos.
(org. ) Repensando a história. Rio de
Janeiro: Anpuh/Marco Zero, 1984.
WISNIK, José
Miguel. "Algumas questões da música e política no Brasil". In:
BOSI, Alfredo. Cultura brasileira: temas e situações. São Paulo:
Ática, 1987.
4ª Unidade:
7. Fazendo pesquisa a partir do
tema "ensino de história":
Bibliografia:
VIEIRA, Maria do Pilar de Araújo et alli.
“A Pesquisa em História”. 2 ed. São Paulo: Ática, 1991.
8. Estágio
supervisionado (observação, regência e avaliação):
Bibliografia:
BITTENCOURT, Circe
(org.) O saber histórico na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1997.
MOLINA, Antonio Munõz. La historia y el olvido. Madrid: El
Pais, 09/11/97.
PROENÇA, Maria Cândida.
Ensinar/aprender história: questões de didáctica
aplicada. Lisboa: Livros Horizontes, 1990.
PROENÇA, Maria Cândida.
"Ensino de história e formação para a cidadania". Texto
apresentado no III seminário Perspectiva do ensino de história. Curitiba:
1998.(mimeo).
PROENÇA, Maria Cândida
& MANIQUE, Antonio Pedro. Didactica
da história: patrimônio e história local. Porto: Texto editoria, 1994.
ROYO, Javier
Pérez. Educar ciudadanos. Madrid: El Pais, 26/12/97.
IV – Procedimentos
metodológicos:
Aulas discursivas de caráter interativo, de modo a
estabelecer uma rede que promova a transformação de informação em
conhecimento.
Leitura, fichamento e
discussão dos textos.
Trabalhos individuais e em grupo, de forma a
promover a socialização das discussões a partir da contribuição do conjunto
dos alunos.
Aulas de campo, utilização de recursos
audiovisuais, pesquisas bibliográfica e seminários de apresentações das
mesmas.
Estágio supervisionado.
V – Avaliação:
Intervenção nos debates.
Apresentação de fichamentos
e resolução de exercícios.
Participação nas atividades de campo.
Construção de um projeto e conseqüentemente
desenvolvimento de pesquisa, aplicando o resultado em estágio
supervisionado.
VI – Bibliografia:
A
bibliografia segue a perspectiva daquela apresentada em cada uma das unidades,
podendo alguns textos ser remanejados,
redistribuídos ou suprimidos. Pode
ser ou não utilizada, mas com certeza será ampliada.

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